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Yamaha FAZER 150 descarregando a bateria, código 46 passo a passo - Versão de Impressão +- Fóruns (https://www.msbig.net) +-- Fórum: Grupo Motos (https://www.msbig.net/forumdisplay.php?fid=1) +--- Fórum: Yamaha (https://www.msbig.net/forumdisplay.php?fid=51) +---- Fórum: Reparo (https://www.msbig.net/forumdisplay.php?fid=54) +---- Tópico: Yamaha FAZER 150 descarregando a bateria, código 46 passo a passo (/showthread.php?tid=6195) |
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Yamaha FAZER 150 descarregando a bateria, código 46 passo a passo - admin - 19-08-2026 🔧 Yamaha Fazer 150 2014 — Código 46 e bateria descarregando 🎯 Qual é o problema da moto? O caso apresentado é de uma Yamaha Fazer 150 ED 2014 que:
Código 46 não significa automaticamente que o estator ou o regulador/retificador está queimado. Ele indica que existe uma irregularidade no sistema de carga. O diagnóstico precisa descobrir onde está a causa. 🧠 1. O que significa o código 46? O sistema de diagnóstico da Yamaha utiliza piscadas para representar o código. No exemplo da aula: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Portanto: 🔴 Código 46 = irregularidade no sistema de carga O professor explica que devemos inicialmente investigar: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Mas existe uma coisa muito importante: O defeito pode estar fora dessas peças. Por exemplo: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. A aula cita inclusive a possibilidade de problema em:
⚠️ 2. Não faça isso: "deu código 46, troca o regulador" Esse é um dos principais ensinamentos. Imagine que o cliente chega e diz: "Minha Fazer está dando código 46." O mecânico iniciante pode pensar: "Regulador/retificador queimou." ❌ Não necessariamente. O correto é: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Só depois dos testes é que decidimos qual componente está realmente defeituoso. 🔋 3. Primeiro teste: verificar a bateria No caso apresentado, a bateria estava totalmente descarregada. O professor coloca uma bateria de teste para conseguir continuar o diagnóstico. Isso é importante porque uma bateria completamente descarregada pode causar sintomas secundários. O raciocínio é: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. 🔍 4. Um teste muito interessante apresentado pelo professor Depois de colocar outra bateria, ele observa o comportamento do código 46. A lógica é: Se o código desaparecer: Não significa automaticamente que a moto está consertada. Pode significar apenas que a ECU voltou a receber uma alimentação adequada da bateria. Se o sistema de carga continuar defeituoso: Quando a motocicleta estiver funcionando, a bateria continuará perdendo carga. O professor demonstra exatamente essa situação. O código desaparece, mas o multímetro mostra que a tensão da bateria não aumenta como deveria. 🧠 Essa é uma lição MUITO importante Imagine: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. O mecânico poderia concluir: "Resolvido!" Mas não. Agora coloque o multímetro: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Então: Código apagado ≠ defeito resolvido. Essa frase vale ouro para diagnóstico eletrônico. ⚡ 5. Como funciona o sistema de carga? Vamos simplificar o circuito: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. O estator produz energia. O regulador/retificador recebe essa energia, faz a retificação/regulação necessária e envia energia para o sistema. A bateria armazena essa energia. 🧰 6. Teste do estator — resistência Na aula, o professor informa como referência para o estator original: 0,3 a 0,5 Ω O estator dessa motocicleta já havia sido substituído e apresentou aproximadamente: 0,7 Ω O professor explica que esse estator utilizava um enrolamento diferente/mais fino, resultando em resistência maior que a referência do original. ⚠️ Cuidado com medições abaixo de 1 Ω Aqui existe uma informação muito importante para o aprendiz. Estamos trabalhando com resistência muito baixa. O próprio multímetro e as pontas de prova possuem resistência. Por exemplo: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Se depois você medir: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. a resistência real do enrolamento pode não ser exatamente 0,7 Ω. Por isso, em medições de baixa resistência, é importante considerar a resistência das pontas e, quando disponível, utilizar método adequado de baixa resistência. 🔌 7. O estator é bifásico Na aula são apresentados dois fios brancos. O professor trata esse conjunto como o circuito do estator bifásico. O teste de resistência é feito: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Como estamos medindo resistência entre os dois terminais do enrolamento, não existe polaridade para esse teste. ⚡ 8. Teste de isolamento do estator para massa Agora vem outro teste fundamental. Não basta verificar a resistência entre os dois fios brancos. Também precisamos verificar se o enrolamento está em curto com o motor/massa. O teste é: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Faça: Primeiro fio: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Segundo fio: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Segundo o procedimento da aula, não deve haver continuidade. 🧠 Por que testar os dois fios separadamente? Essa explicação do professor é particularmente interessante. Imagine o enrolamento: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Se ocorrer uma falha de isolamento em determinado ponto: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. dependendo do local do defeito, a medição de cada extremidade em relação à massa pode apresentar comportamentos diferentes. Por isso: Não faça apenas um teste. Teste cada fio contra a massa. ⚡ 9. Teste de tensão AC do estator Agora vamos deixar o multímetro medir tensão alternada (AC). Na aula é utilizada a escala de: 200 V AC Com o conector do estator desconectado, mede-se entre os dois fios brancos. Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Na rotação apresentada pelo professor:
Regra para o aprendiz: Não decore apenas: "Tem que dar 170 V." O importante é entender que: a tensão gerada deve variar conforme a rotação e estar dentro da especificação do fabricante para a condição de teste. 💡 10. Teste com lâmpada Essa é uma parte interessante da aula. O professor utiliza uma lâmpada automotiva 60/55 W como carga para verificar se o estator consegue fornecer corrente. A ideia é: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Se a lâmpada acende com força, existe capacidade de fornecer corrente à carga naquele teste. ⚠️ Tensão não é a mesma coisa que corrente Esse conceito precisa ficar muito claro. Você pode ter: Tensão sem capacidade adequada de corrente. Por isso o professor usa uma carga. Pense assim: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Uma forma simples de imaginar: Tensão é como pressão. Corrente é como fluxo. O teste com lâmpada coloca uma carga real no circuito. 🔥 11. Teste de curto do estator para massa com a lâmpada Na aula também é utilizada a lâmpada para verificar se existe condução indevida entre o circuito do estator e a massa. Segundo o procedimento mostrado: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. A lâmpada não deve acender nessa condição de teste de isolamento. No exemplo apresentado, ela não acendeu. Isso indicou que o estator não apresentava aquele curto para massa. 🔎 12. Até aqui: estator aprovado Então temos: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Portanto: O problema provavelmente está depois do estator. Agora precisamos seguir o caminho da corrente. ⚡ 13. Teste de corrente no regulador/retificador Essa é uma das partes mais importantes da aula. O professor conecta o alicate amperímetro no circuito para verificar o fluxo de corrente. A lógica é: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Se o estator está produzindo energia, mas essa energia não está chegando ao restante do sistema, precisamos descobrir onde ela está sendo interrompida. 🚨 E apareceu o defeito! O professor movimenta a fiação próxima ao conector do regulador/retificador. Observe o que acontece: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Isso é uma pista de ouro. Temos um mau contato/interrupção na região do conector. O defeito não estava simplesmente no estator. 🔥 14. O conector tinha uma reparação anterior Ao desmontar o conjunto, o professor encontra uma reparação anterior. Foi identificado:
BITOLA DO FIO IMPORTA. 🧵 15. Por que não colocar um fio mais fino? Imagine que o projeto original utiliza: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. e alguém substitui por: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. A capacidade de condução muda. Se a corrente necessária for maior que a capacidade adequada daquele condutor: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Pode acontecer: efeito térmico → aumento de resistência → queda de tensão → mau funcionamento → dano ao conector. 🔥 16. E por que uma emenda ruim pode virar um problema depois? Imagine uma conexão mal feita: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Inicialmente: "Funcionou!" Mas com o tempo: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. É justamente a lógica apresentada pelo professor. 🛠️ 17. Como foi feita a reparação O professor substitui a conexão problemática e utiliza:
Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. ⚠️ Crimpagem x solda A aula faz uma observação importante sobre isso. O professor critica uma reparação baseada simplesmente em solda e fio inadequado para aquela aplicação e enfatiza a utilização do terminal/crimpagem correta. A ideia para o aprendiz não deve ser: "Solda nunca pode ser usada." A ideia é: A reparação deve respeitar o método, o terminal, a bitola e as características elétricas/mecânicas previstas para o circuito. Em circuitos de corrente elevada e sujeitos a vibração, uma conexão mal executada pode virar um ponto de aquecimento e falha. 🔋 18. Depois do reparo, o sistema voltou a carregar Após a reparação do conector, o professor faz novamente os testes. A corrente passa a aparecer e aumenta conforme a rotação. No material, são mencionadas leituras como:
No trecho final, alguns valores de tensão aparecem transcritos como "3,2 V", "1,9 V" e "3,9 V" durante o teste de carga. Esses números não são coerentes com uma bateria de motocicleta operando normalmente, então não vou "corrigir" silenciosamente o professor/material. Para diagnóstico real, esses valores devem ser conferidos diretamente no vídeo/instrumento ou comparados com o manual de serviço. O que a aula claramente demonstra é: depois do reparo, a corrente passou a circular e aumentava com a rotação, indicando que o problema de conexão havia sido corrigido. 🧠 19. Então qual era o defeito dessa Fazer? Vamos montar o diagnóstico completo: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Ou seja: O código 46 era um sintoma do problema do sistema de carga, e a causa encontrada estava na conexão/fiação do regulador-retificador. Esse é exatamente o tipo de diagnóstico que evita trocar peças desnecessariamente. 🧪 20. E por que o código 46 desapareceu antes do reparo? Essa é uma das melhores partes para entender diagnóstico eletrônico. Quando a bateria de teste foi instalada: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Mas: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. continuava existindo um problema no carregamento. Então: A ECU deixou de enxergar naquele momento a condição que fazia o código aparecer, mas o sistema de carga continuava defeituoso. Por isso o multímetro é tão importante. 🔧 21. Depois do reparo: apagar códigos da ECU Na etapa final, o professor utiliza o scanner Yamaha para acessar o sistema de diagnóstico. Ele entra no modo de diagnóstico e verifica os códigos armazenados. No exemplo havia vários códigos registrados, incluindo referências ao:
💻 22. Apagar códigos não é consertar o defeito Mais uma regra para guardar: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. O procedimento correto é: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. Se o defeito continuar: Código: O conteúdo desta seção está disponível apenas para doadores.Registrar ou Logar Depois faça a Doação para liberar o acesso conteúdo. 📚 Resumo da aula para o mecânico aprendiz
🧠 A grande lição do professor Ivan O que essa aula ensina não é simplesmente: "Código 46 = problema no regulador." A verdadeira lição é: Código de falha indica uma área do sistema que precisa ser investigada. O mecânico deve seguir o caminho elétrico até encontrar a causa. Neste caso: Código 46 → sistema de carga → testar estator → estator OK → verificar fluxo → corrente interrompida → movimentar chicote → defeito no conector → reparar → confirmar carregamento. Esse é o pensamento que diferencia o mecânico que troca peças do mecânico que faz diagnóstico. |